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Vacina de 2 meses dá sono? Dói? Preço

Como é bom ver aquele rostinho lindo esboçando o que parece ser os primeiros sorrisos, embora toda mamãe e papai saiba que, na verdade, o bebê nos primeiros dias nem sequer tem a visão perfeita. E, portanto, também não sorri – seus músculos faciais apenas esboçam reações naturais de quem está em formação. Mesmo assim, mamãe adora isso, mas, ao mesmo tempo, começa a preocupar-se com o calendário de vacinas, pois chega o momento de dar a vacina de 2 meses.

E esta deve ser, mesmo, uma preocupação verdadeira de toda mãe – e papai – que traz consigo as responsabilidades de que não basta gerar uma nova criaturinha – é preciso acompanhar o seu desenvolvimento e zelar por sua saúde. E, entre todas as preocupações de uma mãe, como, por exemplo, se é permitido tomar café na gravidez, acompanhar o calendário público de vacinação é de primeira ordem.

Reação do organismo para evitar a doença

Não existem desculpas ou argumentações que possam justificar aos pais a não observância desse calendário de vacinação. Dá para resumir dizendo que, ao cumpri-lo e levá-lo ao pé da linha, os papais estarão zelando prioritariamente pela saúde de seu bebê.

Cada vacina aplicada à criança, aqui no Brasil ou em qualquer lugar do mundo, precisou de anos de pesquisas e muita dedicação de pesquisadores e profissionais até chegar ao seu aprimoramento atual. Deixar de utilizar todos esses benefícios, portanto, é uma temeridade e falta de preocupação com a vida de seu pequeno bebê.

A vacina, como conceito genérico, é desenvolvida a partir do próprio agente causador da doença – bactéria, vírus ou outro qualquer – e, em doses reduzidas, tem o objetivo de provocar a reação do organismo para impedir esse mal ou essa doença.

Ainda tem quem resista às vacinas

Uma vez vacinada, a pessoa fica imune à essa doença para o resto da vida – mas, lembre-se que algumas vacinas precisam de reforço, ou seja, mais de uma dose após a primeira. Isso quer dizer que o próprio organismo criou, após a vacina, um exército de micro-organismos que reage toda vez que aquele germe atacar o seu corpo. É a vacina agindo, uma vez que seu organismo está imunizado.

Por isso, nestes tempos atuais de grandes avanços na medicina e nas pesquisas sobre saúde, parece incrível que ainda existam pais que resistam à ideia de levar sua criança aos postos de saúde para vacinar-se, especialmente para tomar a vacina de 2 meses, diante dos benefícios que ela pode proporcionar.

Cuidados além do carinho da mamãe

Apesar da televisão, rádios e jornais falarem nesse tema quase todos os dias, e da informação que chega a computadores e smartphones também diariamente, os médicos ainda se surpreendem com a resistência que, volta e meia, encontram em certos pais quanto à vacina – especialmente a vacina de 2 meses. Esta resistência muitas vezes vem de crenças religiosas, mas, principalmente, da desinformação.

No caso da vacina de 2 meses, por ser ainda o início da vida do bebê e quando a mamãe ainda está se acostumando com ele e suas necessidades, ela ainda não tem as informações necessárias sobre tudo que ele precisa e, algumas vezes, chega a pensar que apenas os seus cuidados e carinho são suficientes para proteger o seu pequeno.

O que é a vacina de 2 meses?

Toda mamãe – e papai – precisa saber e ter consciência sobre a importância que tem a vacina para a vida da criança – para toda a vida. Como todo ser animal – onde nós estamos incluídos – está sujeito ao ataque daqueles vírus ou bactérias, tomar a vacina, incluindo a vacina de 2 meses, é fundamental para a garantia futura de uma vida saudável e sem sequelas.

A maior parte dos vírus ou bactérias barrados pelas vacinas é capaz de provocar doenças incuráveis, que podem levar à morte ou deixar sequelas incuráveis que vão prejudicar a vida de seu filho para sempre. Por isso, toda vacina, a começar pela vacina de 2 meses, é fundamental para a vida saudável de todos nós – a começar pelo seu pequeno bebê.

E siga a orientação do seu pediatra!

Assim como ele precisa da alimentação frequente e da amamentação a cada três ou quatro horas – cada bebê tem e cria o seu próprio ritmo, bem o sabemos –, durante o dia e à noite, a vacina de 2 meses também é decisiva para o seu perfeito desenvolvimento. Por isso, é necessária toda essa preocupação. Aquele sorriso lindo que começa a se esboçar a partir do segundo mês – ou terceiro, no máximo –, só será mantido com a regularidade das vacinas.

Então, conhecida essa importância das vacinas e a regularidade com que o calendário público deve ser seguido, é só observar a orientação do pediatra e dos profissionais médicos que cuidam seu filho e tudo estará bem encaminhado. A rede pública, hoje, está muito bem servida de profissionais e equipamentos.

Vacinas começam no dia do nascimento

Vamos, agora, conhecer mais algumas coisas. A primeira delas e fundamental é você saber que, na verdade, a vida sanitária do seu pequeno não começa com a vacina de 2 meses. Bem antes, poucas horas depois de ter vindo ao mundo – e talvez até sem você saber –, o seu pequeno já tomou as primeiras vacinas, ali mesmo no hospital onde nasceu. Isso é normal do sistema público de saúde brasileiro.

São as seguintes as vacinas logo após o nascimento:

  1. A BCG, que protege a criança contra a tuberculose – Esta vacina é aplicada no braço do seu bebê e, poucas horas depois, já começam as reações. Mas, tenha calma, pois as reações são apenas locais e podem durar até duas semanas após a vacinação. O local se transforma numa pequena ferida e, logo após, surge aquela ‘casca’ escura, que cai em poucos dias, ficando o sinal para o resto da vida. O bebê também pode ter febre e rápido mal estar, o que é normal. Aquela casca cair é sinal de que tudo ocorreu bem e a vacina ‘pegou’. Do contrário, a criança deverá tomar uma segunda dose;
  2. Contra a Hepatite B – Também é aplicada em seu bebê logo após o seu nascimento, normalmente na sua coxa. Trata-se de uma vacina que não provoca reações e apenas, aproximadamente, 3% das crianças apresentam alguma febre ou sintomas de irritabilidade. Se houver febre, consulte o médico antes de aplicar qualquer antitérmico.

Veja os efeitos mais comuns

No caso da vacina de 2 meses, é comum acontecerem reações à medicação, como febre, choros e irritabilidade. Também há casos em que o bebê perde o apetite e, não querendo comer, isso perturba e preocupa muito a mamãe, acostumada com a fome de seu pequeno sempre na hora certa.

É preciso ficar atenta a todas estas alterações no comportamento da criança e, ao perceber algo um pouco fora do normal, como dificuldade para dormir, procurar imediatamente o atendimento médico, seja no seu pediatra de confiança ou no primeiro serviço médico que encontrar, se isso ocorrer durante a madrugada.

Vacina de 2 meses e seus cuidados

Vamos, então, à vacina de 2 meses que seu pequeno deverá tomar quando chegar a esta idade, sempre seguindo a prescrição do seu pediatra ou do posto de atendimento municipal que você frequenta:

  1. A 1ª dose da DPT tríplice – Trata-se de vacina que visa combater infecções provocadas pelo Haemophilus influenzae tipo B, a Hepatite tipo B, além de doenças como tétano, difteria, coqueluche e meningite. É também chamada de pentavalente por combater estas cinco doenças. Normalmente é aplicada na coxa ou bumbum do seu pequeno e a criança deve tomar três doses – a vacina de 2 meses, aos 4 meses e aos 6 meses. Pode aparecer febre logo após o primeiro dia, de intensidade sempre variável. Os médicos costumam recomendar dosagens de antitérmicos para atenuar essa febre, além de rápidos banhos mornos para também segurar a febre. O local da vacina costuma ficar com vermelhidão e dolorido e, por isso, compressas de água quente também são recomendadas;
  2. 1ª dose da VORH – é a Vacina Oral de Rotavírus Humano, aplicada contra as diarreias e a desidratação provocada pelo rotavírus;
  3. 1ª dose da Sabin ou VIP – é a Vacina Inativa contra Pólio, que é injetável e protege contra a paralisia infantil;
  4. E, por fim, a 1ª dose da vacina pneumocócica 10V – trata-se de uma vacina conjugada contra otite, pneumonia e desidratação provocadas pelo pneumococo.

Estas três últimas vacinas costumam provocar reações não muito intensas, mas, que exigem cuidados da mamãe com o seu bebê. A febre provocada é classificada como bom sinal pelos médicos, pois indica que o organismo está desenvolvendo seu sistema de defesas imunológico, o que é, aliás, o objetivo da vacina.

Caso a temperatura da criança se aproxime dos 40º C, é melhor buscar aconselhamento médico sobre as providências a serem tomadas para baixar a temperatura. Também podem aparecer reações na pele local, o que também é considerado normal. Se forem reações um pouco exageradas, procure imediatamente o médico.

Todas estas vacinas podem ser encontradas nos postos de saúde públicos e, portanto, são gratuitas.

Depois disso, só amor e muita proteção

Além da vacina de 2 meses, o seu bebê ainda deverá receber doses de outras vacinas, na medida em que for avançando na idade. Isso é normal e segue a orientação do calendário de vacinação do sistema de saúde brasileiro. São as seguintes as demais vacinas:

  1. A tríplice viral – Trata-se da vacina que faz a proteção contra três doenças bastante sérias que atacam os seres humanos: caxumba, rubéola e sarampo. Ela é aplicada em uma única dose, quando o pequeno completa um ano de idade. É normal aparecerem reações, como febre, entre 5 a 12 dias após a aplicação. Também podem surgir manchas avermelhadas na própria região da aplicação da vacina ou, mesmo, em outras regiões do corpo. Caso persista a febre, pode ser aplicado o uso de antitérmico;
  2. Contra a influenza – A vacina contra os vírus que provocam a gripe – H1N1, H3N3 e B – é aplicada na criança após os 6 meses de vida até os 5 anos. Esta vacina não costuma provocar nenhum tipo de reação no bebê.

Se você seguiu todas estas orientações do seu pediatra, o seu bebê está protegido para enfrentar a vida contra as doenças mais comuns. Depois disso, o que ele vai precisar, você, com certeza, tem de sobra para lhe dar – muito amor, carinho e proteção.

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