Take a fresh look at your lifestyle.

Troca de Anticoncepcional: Pode Engravidar? Posso Mudar?

0 5

Atualmente existem diversos métodos contraceptivos para prevenir gravidez capazes de se adequar ao mais diferentes organismos femininos e necessidades de cada casal. A pílula é ainda o anticoncepcional hormonal feminino mais popular entre as mulheres, por ser eficaz, de fácil acesso e custo relativamente baixo. No entanto, nem sempre as mulheres se adaptam ao método. Assim, em muito casos, a troca de anticoncepcional se faz necessária.

Normalmente as pílulas anticoncepcionais contêm grandes quantidades de hormônios (progesterona e estrogênio), que podem ter diferentes  impactos no organismo e causar alguns efeitos colaterais ou desconfortos em algumas mulheres. Porém, a troca de anticoncepcional requer cuidados específicos.

Por isso, é essencial realizar esta troca de forma segura para não correr o risco de engravidar ou prejudicar ainda mais a saúde. Para tanto, contar com a ajuda do ginecologista é fundamental para escolher outro método contraceptivo e a sua dosagem correta. Só ele será capaz de determinar qual deles é o mais adequado ao seu caso.

Isso porque, com tanta variedade (pílula, anel vaginal, adesivo transdérmico, implante, injetável ou sistema intrauterino), fica extremamente difícil saber qual é a melhor opção. Além disso, a automedicação pode ser perigosa, uma vez que a troca de anticoncepcional inapropriada, pode resultar em uma gravidez indesejada.

Por este motivo, o AMulher vai tirar todas as dúvidas a respeito da troca de anticoncepcional: quando e como efetuar ou não essa troca, seus riscos e cuidados para evitar a gravidez indesejada ou problemas de saúde.

Métodos contraceptivos femininos existentes

troca de anticoncepcional: variedade
A troca de anticoncepcional deve ser feita da maneira correta, apesar de tanta variedade no mercado.

Atualmente, existem muitos métodos contraceptivos femininos, mas os tipos mais comuns são os anticoncepcionais orais, como a pílula, normalmente ingerida todos os dias mensalmente, com ou sem interrupção, para impedir a ovulação.

Mas além da pílula anticoncepcional, ainda existem os anticoncepcionais injetáveis que devem ser aplicados mensalmente ou a cada três meses em data marcada.

Assim como há também o emplastro contraceptivo, que libera hormônios sob o contato com a pele; o implante subdérmico, tubo inserido debaixo da pele; e o DIU hormonal, que é inserido no organismo com duração de cinco anos.

Existem outros métodos de menor eficácia e necessidade de ciclos menstruais totalmente regulares, como a tabelinha (não recomendada) e a camisinha, que por mais que não seja tão eficaz como as outras opções, deve ser usada em conjunto ao métodos escolhido, a fim de prevenir doenças sexualmente transmissíveis.

Por fim, há uma opção definitiva quando o objetivo vai além da prevenção, como evitar a gravidez por completo e para sempre, quando não se quer mais filhos. É o caso da vasectomia (homens) e a cirurgia de ligadura de trompas que é permanente e irreversiva.

Como escolher o melhor método contraceptivo

escolha e troca de anticoncepcional sob consulta médica
A escolha e a troca de anticoncepcional deve ser feita consultando o ginecologista.

A escolha do método contraceptivo pode ser apenas da mulher ou pode também envolver uma decisão em conjunto com a participação do casal. De qualquer forma, essa escolha deve passar primeiro pela consulta ao ginecologista a fim de discutir as várias opções e determinar o método mais adequado.

Como dissemos, a pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos mais populares, porém para ter eficácia deve ser tomada diariamente e de preferência, no mesmo horário. Por isso, há quem não consiga se adaptar e costuma esquecer, ficando mais suscetível ao risco de engravidar.

Da mesma forma, existem outros métodos com praticamente a mesma eficácia e efeitos, como as injeções de hormônios, adesivos ou implantes, por exemplo, que podem servir como alternativa para quem não se adapta às exigências da pílula.

A escolha vai depender muito das razões da mulher para o contraceptivo e de suas próprias condições de saúde. Quem não deseja mais filhos, o melhor método anticoncepcional é a vasectomia (homens) ou a ligadura das trompas, por serem definitivos e irreversíveis.

Já aqueles que ainda terão seus filhos, mas desejam ter um controle sobre quando engravidar, devem escolher os métodos anticoncepcionais de acordo com inúmeras razões diferentes baseadas no seu estilo de vida e no organismo da mulher.

Mas lembre-se, seja qual for o método anticoncepcional escolhido, recomenda-se aliar o uso do preservativo durante as relações sexuais a fim de evitar doenças sexualmente transmissíveis.

Assim, de acordo com algumas razões, as opções de métodos anticoncepcionais disponíveis são:

Pílula

Há pílula anticoncepcional é bastante recomendada para quem consegue seguir com o método todos os dias, no mesmo horário, sem esquecer. Assim como em casos de ovário policístico ou acne, parto recente ou ainda amamentando.

Implantes (subcutâneo ou intrauterino)

Esses métodos são excelentes para quem não quer se preocupar com a contracepção, ou não se adequa aos efeitos da pílula, sofrendo com seus efeitos colaterais (TPM e enxaquecas), costuma esquecer ou não quer tomar.

O DIU, por exemplo, é muito indicado para quem tem mais de 40 anos, problemas vasculares, doenças crônicas ou endometriose.

Diafragma, adesivo transdérmico, injeção e anel vaginal

Todas essas opções se encaixam no perfil de quem também não se adequa às exigências da pílula, seja por esquecimento ou problemas de saúde. São boas opções também para quem sofre com os seus efeitos colaterais ou simplesmente por não querer tomar.

Cada um deles porém, tem suas exigências específicas e devem utilizados corretamente para ter eficácia.

O anticoncepcional injetável por exemplo, deve ser tomado nas datas previstas (mensalmente ou a cada 3 meses). Já o diafragma, adesivo e o anel vaginal devem ser inseridos de acordo com o método.

Diafragma antes da relação sexual e retirado logo após; e o adesivo e anel inseridos pelo período determinado, respeitando sua duração e pausas.

Pílula do dia seguinte e camisinha

A pílula do dia seguinte não é um método contraceptivo eficaz, mas uma proteção quando há relação sexual sem proteção, devendo ser utilizada após o coito ou mais tardar no dia seguinte (daí seu nome). Já a camisinha tem a sua eficácia reduzida, pois pode furar ou sair quando não utilizada da forma correta, mas protege contra STDs.

É importante lembrar, que nenhum método anticoncepcional é 100% eficaz, mesmo os indicados acima. Portanto o método da tabelinha, o coito interrompido, basear-se na temperatura corporal e no método sintotérmico (observação das alterações do ciclo menstrual, como consistência e quantidade de muco cervical), não são considerados métodos anticoncepcionais. Portanto, não são recomendados e a sua adoção requer a abstinência sexual durante o período fértil ou o uso da camisinha.

Principais motivos para a troca de anticoncepcional

troca de anticoncepcional por efeitos colaterais
A troca de anticoncepcional pode ser feita devido a diversos motivos além dos efeitos colaterais.

Pode acontecer de, ao longo do uso, a pessoa ter que realizar a troca de anticoncepcional, devido a mudanças de necessidades. No entanto, é importante que essa mudança seja acompanhada pelo ginecologista e iniciada durante a renovação do ciclo menstrual, a fim de o organismo ter tempo de se ajustar às alterações hormonais.

Da mesma forma que há inúmeras razões para escolher um método contraceptivo, há razões também para efetuar a troca de anticoncepcional para que a saúde não seja prejudicada.

Caso o ginecologista decida fazer a troca de anticoncepcional ele irá levar em consideração as cólicas menstruais da mulher, sintomas de tensão pré-menstrual (TPM), a intensidade de fluxo, dores de cabeça durante o período menstrual ou na pré-menstruação, presença de acne ou pelo em excesso.

Além disso, alguns possíveis fatores de risco como hipertensão, problemas cardíacos, diabetes, tabagismo e obesidade devem ser levados em consideração também.

De posse de todas essas informações, o ginecologista terá como indicar o melhor método anticoncepcional, pois cada organismo reage de maneira diferente. Assim, o seu ginecologista é o único responsável por indicar o melhor método anticoncepcional com os menores riscos e o mínimo de efeitos colaterais possíveis.

1. Efeitos colaterais

Algumas mulheres sofrem com os efeitos colaterais causados por alguns métodos contraceptivos. No entanto, isso não significa que o método não se ajustará ao organismo. Na maioria das vezes, esses sintomas aparecem no início e depois são amenizados.

Entretanto, a troca de anticoncepcional pode ser feita caso esses efeitos colaterais não desapareçam, sejam prolongados ou se agravem. Assim, os efeitos colaterais mais comuns em métodos anticoncepcionais são:

  • Náuseas e vômitos;
  • Tonturas;
  • Dores de cabeça constantes;
  • Cansaço excessivo e diário;
  • Libido reduzido;
  • Sangramento de escape;
  • Ganho de peso considerável.

É importante ressaltar que qualquer método contraceptivo pode apresentar um ou mais sintomas como esses descritos acima, variando em intensidade.

Contudo, é perfeitamente normal sentir um ou mais sintomas durante o início até que o organismo se adapte aos hormônios.

No entanto, se os sintoma persistirem ou agravarem, procure o seu ginecologista para discutir a troca de anticoncepcional, caso necessário.

2. Pílula de alta dosagem

Na maior parte dos casos, as pílulas anticoncepcionais mais indicadas por ginecologistas possuem uma baixa dosagem de hormônios, a fim de evitar os efeitos colaterais acima.

No entanto, existem alguns casos, que mesmo assim, essa dosagem pode ser alta para algumas mulheres e acabar causando esses incômodos. Neste caso, o ginecologista poderá ajustar a sua pílula para outra de dosagem hormonal menor.

3. Cólicas menstruais

A cólica menstrual não apresenta riscos à saúde, porém nenhuma mulher gosta ou se sente confortável com elas.

O problema é que algumas pílulas podem aumentar a frequência e a intensidade das cólicas menstruais, enquanto outras podem regular esses efeitos ou até fazer desaparecer. Consulte o seu ginecologista para lhe indicar a pílula mais adequada de acordo com as características do seu fluxo.

4. Automedicação

A automedicação já é motivo suficiente para efetuar a troca de anticoncepcional, pois isso é altamente perigoso. Principalmente, no caso de pílulas anticoncepcionais.

Recomenda-se sempre consultar um ginecologista antes de tomar qualquer medicamento por conta própria, pois você pode não saber da existência de predisposição genética ou até uma doença crônica. Apenas o médico poderá indicar o método anticoncepcional mais adequado.

Principais motivos para NÃO trocar de anticoncepcional

troca de anticoncepcional não recomendada
Há situação em que a troca de anticoncepcional não é recomendada.

Da mesma forma que há situações em que a troca de anticoncepcional é necessária, há outras situações em que essa troca não é recomendada, considerando uma pessoa saudável e ausência de riscos para a saúde.

Assim, antes de efetuar a troca de anticoncepcional, veja abaixo em quais situações a troca não é recomendada:

1.   Novo produto no mercado

É normal ficarmos tentadas com as novidades que aparecem no mercado a todo momento. Mas isso não é motivo suficiente para fazer a troca de anticoncepcional e submeter o seu organismo a novas mudanças e adaptações sem uma necessidade concreta.

2. Comparações com outros métodos

Cada mulher tem um organismo único e a eficácia de um método contraceptivo vai depender de cada organismo e rotina. Não adianta comparar um método adotado por uma amiga e os efeitos que ele tem nela com o seu organismo.

A escolha do método anticoncepcional não pode ser baseado na experiência dos outros, por mais que seja positiva. Cada mulher tem um corpo e um estilo de vida que funcionam de formas diferentes, portanto as experiências também serão diferentes.

3. Notícias falsas ou propagandas enganosas

Caso o método anticoncepcional esteja colocando a saúde da pessoa em risco, isso é motivo suficiente para a troca de anticoncepcional. No entanto, nem sempre as notícias que se espalham pela internet são verdades absolutas.

Às vezes, um anticoncepcional pode estar associado à trombose em uma pessoa, mas não significa que o mesmo anticoncepcional pode acarretar o mesmo em todas as mulheres.

Nesse sentido, o seu anticoncepcional atual pode até ter a mesma fórmula, mas é o seu organismo que vai fazer a diferença.

Para ocorrer a trombose a pessoa deve ter uma predisposição genética. Portanto, se o seu médico realizou todos os testes e prescreveu o método que parece estar funcionando, não é necessário desconfiar baseando-se em fatos que não se aplicam à sua condição de saúde.

4. Risco de câncer de útero

Muita gente associa alguns métodos anticoncepcionais com aumento da incidência de câncer de útero, principalmente a pílula. No entanto, tudo vai depender do seu organismo.

Na verdade, qualquer anticoncepcional é capaz de aumentar as chances de câncer de útero, mas somente se a pessoa já tiver uma predisposição genética, ser fumante ou ter o vírus HPV no organismo.

Caso você não esteja dentro desse grupo de risco, não há com o que se preocupar e fazer a troca de anticoncepcional.

Como fazer a troca de anticoncepcional

troca de anticoncepcional deve seguir as exigências dos métodos escolhidos
A troca de anticoncepcional deve seguir à risca as exigências de cada método, o atual e o novo.

Caso a troca de anticoncepcional tenha sido recomendada pelo seu ginecologista, e chegou a hora de fazer essa mudança, é fundamental seguir à risca as instruções para que a transição seja totalmente segura, sem correr riscos de gravidez ou problemas de saúde.

Não recomenda-se fazer a troca de anticoncepcional por conta própria, sem antes consultar o ginecologista e fazer todos os exames e testes necessários.

A transição durante a troca de anticoncepcional deve ser feita de acordo com o método anticoncepcional atual e do método que irá ser adotado, procedendo da maneira mais adequada em cada caso.

E lembre-se! Caso tenha relações sexuais durante a troca de anticoncepcional, não esqueça de usar a camisinha! Mesmo que a transição tenha sido feita corretamente, o organismo costuma levar cerca de sete dias para se ajustar ao novo método. Portanto, previna-se!

No caso de pílulas anticoncepcionais, por exemplo, a troca deve ser feita logo após o último comprimido da cartela, ou seja emendando uma na outra. Já a injeção deve ser feita na data agendada para a sua realização, independentemente do dia em que a menstruação ocorreu. Veja abaixo as diferentes situações:

1. Troca de anticoncepcional: Pílula para outra

A troca de uma pílula anticoncepcional para outra de marca diferente deve ser feita assim que a cartela da atual termine. Ou seja, mesmo que ainda faltem comprimidos, você deve terminar a cartela que estava tomando para iniciar uma outra.

A nova cartela deve ser iniciada logo após o último comprimido da cartela anterior, emendando as cartelas sem a pausa para menstruar. Tente tomar 1 comprimido por dia, no mesmo horário, por 21 dias, sem interromper.

Em seguida, faça uma pausa de 7 dias para que ocorra a menstruação, e inicie uma nova cartela já no dia seguinte, mesmo ainda menstruando. Caso a cartela seja de 24 dias, faça uma pausa de 4 dias entre as cartelas.

Seguindo à risca essas instruções e tendo utilizado corretamente o método anterior, não há risco de engravidar e nem a necessidade de utilizar outro método contraceptivo.

2. Troca de anticoncepcional: Adesivo transdérmico ou Anel vaginal para Pílula

A troca de anticoncepcional no caso do anel vaginal ou adesivo transdérmico para uma pílula anticoncepcional deve ser feita no dia da retirada do anel ou do adesivo, emendando o outro método sem pausas. Assim, evita-se o risco da gravidez.

3. Troca de anticoncepcional: Injetável ou implante para uma pílula

No caso dos contraceptivos injetáveis (DEPO-PROVERA®), implante subcutâneo ou dispositivo intrauterino (DIU), a troca pela pílula oral deve ser feita na data prevista da próxima injeção ou no dia marcado para a extração do implante ou do DIU.

No entanto, há o risco de engravidar nos primeiros dias, devido aos ajustes hormonais que o organismo é submetido. Portanto, recomenda-se o uso de preservativo nos primeiros 7 dias de uso da pílula oral.

4. Troca de anticoncepcional: Minipílula para Pílula

A troca de anticoncepcional no caso da minipílula para uma pílula pode ser feita em qualquer dia. Porém, há o risco da gravidez. Portanto, recomenda-se o uso do preservativo durante os primeiros 7 dias de tratamento com o novo anticoncepcional.

5. Troca de anticoncepcional: Minipílula para outra

No caso da troca de anticoncepcional de mesmo método apenas para outra marca (minipílula para minipílula), a transição pode ser feita em qualquer dia, sem risco nenhum de engravidar, desde que tenha tomado corretamente a minipílula anterior.

6. Troca de anticoncepcional: Pílula, anel vaginal ou adesivo para Minipílula

A troca da pílula para uma minipílula deve ser feita no último dia da cartela da pílula, emendando as cartelas e sem interrupção. Caso a cartela da pílula contenha comprimidos inativos (placebo), ignore-os e passe direto para a minipílula.

No caso do anel vaginal ou adesivo transdérmico, a troca pela minipílula deve ser iniciada no dia seguinte da retirada dos anticoncepcionais.

Em todos os casos, seguindo essas instruções, não haverá risco de engravidar, considerando que os métodos anteriores tenham sido seguidos corretamente.

7. Troca de anticoncepcional: Injetável, implantes para Minipílula

Em caso de contraceptivos injetáveis, implantes subcutâneos ou intrauterinos (DIU), a troca de anticoncepcional deve ser feita na data marcada da próxima injeção ou no dia da extração dos implantes.

No entanto, essa transição pode acarretar riscos de engravidar até que o corpo se ajuste aos novos hormônios. Portanto, recomenda-se o uso de preservativo nos primeiros 7 dias de tratamento com o novo anticoncepcional.

8. Troca de anticoncepcional: Pílula ou adesivo para Anel vaginal

Em caso de troca de anticoncepcional da pílula ou adesivo para o anel vaginal, a transição deve ser feita logo no dia seguinte ao do intervalo habitual do método.

Ou seja, o anel deve ser inserido logo que a cartela da pílula termine ou após a extração do adesivo, emendando um método no outro. Caso a cartela da pílula tenha comprimidos inativos, insira o anel no dia seguinte do último comprimido inativo.

Seguindo essas instruções e tendo utilizado corretamente o método anterior, não há risco de engravidar e nem necessidade de usar outro método contraceptivo.

9. Troca de anticoncepcional: Injetável, implantes para Anel vaginal

A troca de anticoncepcional injetável, implante subcutâneo ou intrauterino para anel vaginal deve ser feita na data marcada da próxima injeção ou no dia da extração dos implantes.

No entanto, há risco de engravidar nos primeiros dias. Portanto, recomenda-se a camisinha nos primeiros 7 dias de uso do anel até que o organismo seja ajustado aos novos hormônios.

10. Troca de anticoncepcional: Pílula ou anel vaginal para Adesivo

No caso da troca da pílula ou anel vaginal pelo adesivo transdérmico, a transição deve ser feita até o dia seguinte ao do intervalo habitual sem tratamento.

Caso a cartela da pílula combinada tenha comprimidos inativos, cole o adesivo no dia seguinte do último comprimido inativo.

Seguindo as instruções direitinho não há risco de engravidar e nem necessidade de outro método contraceptivo.

11. Troca de anticoncepcional: Injetável ou implantes para Adesivo

No caso dos contraceptivos injetáveis ou implantes (subcutâneo ou intrauterino), o adesivo transdérmico deve ser colocado na data marcada da próxima injeção ou no dia da extração dos implantes.

No entanto, há o risco de gravidez nos primeiros dias. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos primeiros 7 dias de uso do novo método.

12. Troca de anticoncepcional: Pílula para Injetável

Quando a troca de anticoncepcional for da pílula para o contraceptivo injetável, a mulher deve primeiro terminar a cartela completamente, fazer o intervalo de 7 dias para aguardar a próxima menstruação, e marcar a injeção para até o terceiro dia do ciclo.

Por fim, seguindo todas essas instruções e não deixando de consultar o seu médico ginecologista para tirar todas as suas dúvidas, a troca de anticoncepcional será perfeitamente segura, sem riscos de engravidar ou de prejudicar a sua saúde.

Não se automedique, tome suas decisões consciente dos riscos e tenha compromisso com a sua saúde sempre!

Leave A Reply

Your email address will not be published.