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Progressiva estraga o cabelo? Veja a nossa opinião!

Cabelos volumosos, sem definição ou indisciplinados são o pesadelo de toda mulher. Por isso, há alguns anos um dos principais procedimentos feitos nos salões de beleza é o alisamento capilar, principalmente a escova progressiva. Mas desses anos todos no mercado e diversas opções, muita mulher ainda tem dúvidas se a progressiva estraga o cabelo, quais as suas diferenças e a mais adequada.

Não importa a escolha, o resultado será sempre o mesmo: fios de cabelos quimicamente alisados que dispensam as horas de escova e chapinha em frente ao espelho todos os dias. No entanto, é preciso ter muita cautela na escolha do procedimento e alguns cuidados antes de investir na escova progressiva.

Isso porque qualquer que seja o procedimento, utiliza-se uma química para alterar a estrutura dos fios. No caso da maioria das progressivas, esse elemento químico é o ácido fórmico, que quando utilizado inadequadamente pode provocar desde alergias, queda de cabelo, intoxicação e até queimaduras no couro cabeludo.

Por isso, é fundamental ficar atenta aos produtos químicos utilizados no procedimento e questionar até onde submeter os cabelos à isso pode ser benéfico ou prejudicial. Ou seja, analisar com cuidado todos os prós e contras da escova progressiva é essencial em se tratando da saúde dos cabelos.

Alguns especialistas chegam até não recomendar a progressiva e semelhantes, pois dizem que apesar de ter um resultado eficiente, com o tempo destrói a raiz e acaba com o movimento e a vida do cabelo, promovendo uma beleza imediata, porém artificial.

No entanto, cada tipo de cabelo é um caso e só analisando tudo cuidadosamente é que podemos determinar se a progressiva estraga o cabelo ou não. Assim, preparamos o artigo abaixo para esclarecer todas as suas dúvidas para que você mesma possa decidir com segurança.

Vamos lá!

O que é escova progressiva

progressiva estraga o cabelo: o que é?
A escova progressiva é uma técnica de alisamento capilar.
A escova progressiva é um procedimento químico de alisamento dos fios e redução do volume dos cabelos. Como o próprio nome já diz, o efeito é progressivo, isto é, cada vez que é feito, os resultados no cabelo são ainda melhores.

O principal objetivo da escova progressiva é alisar os fios e reduzir o volume dos cabelos, disciplinando e diminuindo o frizz. Além disso, o procedimento oferece uma maior praticidade se comparado à outros tratamentos de mesma finalidade, pois pode durar até quatro meses até que tenha que ser retocado. Após a sua duração, a raiz do cabelo já começa a crescer novamente e o volume aumenta.

Para quem a progressiva é indicada?

A escova progressiva pode ser feita em qualquer tipo de cabelo. Porém, normalmente é mais indicada para quem tem os cabelos ondulados, crespos e volumosos. Mesmo quem já possui cabelos lisos, a progressiva pode ajudar a disciplinar o cabelo e manter a forma lisa sem precisar escovar.

Já as mulheres de cabelos cacheados que desejam mudar o visual também podem se beneficiar da técnica.

No entanto, o procedimento deve ser realizado por um profissional capacitado de sua inteira confiança capaz de avaliar o seu histórico capilar antes de realizar o procedimento. Isso porque a escova progressiva é um procedimento complexo que utiliza elementos químicos poderosos em sua composição que requerem atenção.

Somente o profissional poderá avaliar o seu caso e determinar se o seu cabelo poderá aguentar o procedimento sem sofrer nenhum dano, pois como todo procedimento químico, existem contraindicações e podem haver reações adversas.

Leia mais: Alisamento Naturall Caseiro: As melhores receitas para alisar os cabelos!

Contraindicações

Apesar de indicada para cabelos crespos e volumosos, a progressiva é contraindicada para o cabelo afro, pois é um tipo de cabelo bem espiral que possui bem menos cutículas (escamas) que impedem que o produto seja fixado adequadamente.

Assim, a escova progressiva no cabelo afro engrossa demais os fios, deixando-os mais porosos e danificados pelo método.

O procedimento também é vetado para quem possui o couro cabeludo sensível e cabelos muito oleosos, pois a progressiva tende a aumentar a sensibilidade e a oleosidade no couro cabeludo.

Além disso, quem tem alongamento, como o megahair, não deve fazer progressiva por não permitir escová-los. Neste caso, recomenda-se fazer primeiro a progressiva e depois o alongamento.

Obviamente, mulheres grávidas devem evitar o procedimento devido às químicas utilizadas, que podem ser prejudiciais à saúde do feto. E pelo mesmo motivo, o procedimento é também vetado para as crianças pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe a aplicação de produtos químicos em crianças.

Outras condições que exigem cautela

A escova progressiva não é totalmente contraindicada para quem possui os cabelos “virgens”, mas normalmente essas pessoas não obtêm os melhores resultados.

O problema é que os cabelos (sem química) têm fibras de queratina em perfeito estado, sem fissuras ou aberturas, que dificultam a entrada e a ação do produto da progressiva, impedindo o seu efeito.

Nestes casos, alguns profissionais realizam algum procedimento químico antes, como uma tintura ou um relaxamento, para depois fazer a escova progressiva.

Já os cabelos danificados exigem maior cautela antes de investir no procedimento. Caso os fios estiverem frágeis e quebradiços, o ideal é recuperá-los antes com uma hidratação, evitando as cauterizações, pois utilizam um creme reestruturador muito forte que acaba deixando o fio selado e brilhante, mas não hidratado.

O mesmo vale para quem já possui algum tipo de química no cabelo. Cabelos tingidos ou com mechas, por exemplo, podem fazer progressiva, até no mesmo dia, dependendo do caso.

Porém, os cabelos que passaram por um procedimento recente de relaxamento, devem esperar pelo menos uma semana, até que o cabelo esteja novamente preparado para o procedimento.

Afinal, progressiva estraga o cabelo?

Escova progressiva estraga o cabelo se for usada de forma inadequada.
Escova progressiva estraga o cabelo se for usada de forma inadequada.
Essa é a pergunta que não quer calar. E a resposta é, depende! Apesar de depender do tipo de cabelo, do estado dos fios e qual tipo de escova progressiva, além de outras variantes (produto utilizado, profissional, técnica, entre outros), o que vai danificar o cabelo ou não é o componente químico presente no produto alisante.

Na maioria das escovas progressivas, esse componente químico é o formol, que pode causar a queda capilar, coceiras, descamação do couro cabeludo e problemas respiratórios. Mas os danos causados por essa química podem variar para cada pessoa e não necessariamente pode afetar todas elas.

Por conta desses malefícios a saúde, a ANVISA estipulou o limite máximo de 0,2% de formol na fórmula desses produtos. No entanto, ainda existem muitos produtos no mercado que utilizam uma porcentagem maior do que o permitido pelo órgão regulador.

Por isso, todo cuidado é pouco. É essencial ficar atenta ao rótulo desses produtos ou investir em tipos de progressivas que não utilizam formol. No entanto, saiba que mesmo não tendo o formol na composição, todo procedimento de alisamento como a escova progressiva utiliza outros tipos de substâncias – como carbocisteína, tioglicolato de amônia, entre outras – que também podem causar algumas reações adversas no fios, dependendo do estado do cabelo.

Geralmente, essas substâncias necessitam do calor para ativar a sua ação, e quando aquecidas, se transformam em formol, dando o mesmo efeito que ele.

O que é Formol?

Progressiva estraga o cabelo se for feita com formol.
Progressiva estraga o cabelo se for feita com formol.
O formaldeído ou apenas formol (CH₂O), oficialmente chamado de metanal, é o grande “vilão” da escova progressiva, pois é responsável pelos danos causados à saúde durante o procedimento.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) regula a sua utilização, mas libera algumas outras substâncias similares.

O problema é que todas elas são, de alguma forma, prejudiciais ao fios e à raiz dos cabelos, pois contém uma quantidade de aldeído – substância química responsável pelo alisamento dos fios – ainda que em menor quantidade em suas formulações.

Especialistas explicam que para se obter o efeito liso prometido, o aldeído precisa alterar a natureza do fio (DNA do cabelo), atingindo desde a cutícula do cabelo (camada mais externa) até a medula do cabelo (estrutura mais interna do fio), que o liga diretamente à raiz e de onde circulam sangue e oxigênio.

O aldeído quando em contato com o cabelo, acaba com a sua proteção, pois derrete a cutícula para invadir o córtex – segunda camada do cabelo também responsável pela pigmentação – para chegar à medula e conseguir mudar ali a estrutura do cabelo.

Por isso, o uso continuado da escova progressiva, acaba “viciando” o cabelo ao alterar o seu DNA. Isso torna-o mais fraco, diminui o brilho e o volume. Consequentemente, a raiz fica anêmica, o fio desbota e o crescimento fica comprometido a ponto de nunca mais ultrapassar a altura dos ombros.

Quanto mais fraco fica o cabelo, mais a pessoa repete o procedimento para manter a sua boa aparência. O problema é que, em algum momento, isso vai deixar de funcionar.

Além disso, corre-se o risco de apresentar irritação, coceira, ardência, queimaduras, inchaço e descamação da pele e do couro cabeludo, devido ao uso prolongado. Sendo que em casos mais graves, há quem tenha enjoos, desmaios, vômitos e até mesmo risco de edema de glote.

Para saber se o produto usado na progressiva tem formol em sua composição, fique atenta à fumaça e ao cheiro forte e peculiar da substância. Outra alternativa é verificar a embalagem do produto procurando pelas denominações “Formaldeído” ou “Poliformol” para determinar a presença desse impermeabilizante (a quantidade permitida deve ser de 0,2% ou menos).

Substâncias “amigáveis” substitutas do formol

Dentre todos os métodos de alisamentos definitivos que visam romper as pontes dissulfeto da queratina, há algumas alternativas ao formol com substâncias substitutas que podem ser utilizadas também em escovas progressivas.

Essas substâncias podem ser à base de hidróxido de sódio, lítio e potássio, hidróxido de guanidina (hidróxido de cálcio + carbonato de guanidina), bissulfitos e tioglicolato de amônia ou etanolamina, que utilizam reações químicas de redução. Todos eles parecem não prejudicar tanto os fios quanto o formol.

O cabelo possui um pH, que quando ácido fecha as escamas e quando alcalino abre as escamas. Para fazer a progressiva, normalmente se lava os cabelos com um shampoo anti resíduos de limpeza profunda para abrir as escamas capilares, retirar os sais minerais dos fios para permitir a ação do formol, que quebra as cadeias e fibras internas dos fios para diminuir o volume do cabelo.

No entanto, as substâncias acima, principalmente a Guanidina, o Tioglicolato de Amônia ou Etanolamina e a Carbocisteína prometem não danificar os cabelos, por não retirar moléculas da medula do fio.

Ao invés, elas apenas confundem as cadeias e fibras internas do cabelo fazendo com que ele perca a sua identidade, podendo ser moldado com aspecto liso ou cacheado.

Tioglicolato de Amônia ou Etalonamina

O Tioglicolato de Amônia, também conhecido por ácido tioglicólico, thiolamina ou etanolamina, entre outros, é um princípio ativo da família dos tioglicólicos, que age profundamente dentro da fibra capilar, abrindo as escamas do fio e rompendo seus ligamentos para mudar a sua textura tornando-a mais flexível e maleável para dar-lhe uma nova forma, seja para relaxar, alisar ou cachear (permanente).

Por esta razão, o tioglicolato de amônia pode ser usado tanto para o alisamento e relaxamento capilar, quanto para modelar cachos mais definidos. Ele age no córtex da fibra capilar alterando a sua forma original, atuando como um agente redutor, desestruturando as ligações de dissulfeto (dois átomos de enxofre) das células do córtex, onde determina-se a identidade dos cabelos (formato, cor, força e elasticidade).

Essas ligações de enxofre são a “base” dos fios de cabelos responsáveis pela resistência da fibra capilar, que durante o processo de alisamento sofrem uma redução e/ou reorganização, para sensibilizar o cabelo e diminuir a sua resistência.

Assim, ao penetrar no córtex, o tioglicolato de amônia reduz a força dos fios e transforma a sua forma original, permitindo a remodelagem da estrutura do cabelo de acordo com a técnica aplicada.

Já a etalonamina é um princípio ativo derivado do tioglicolato, que também pode ser usado tanto para alisar quanto para encaracolar. Além disso, pode também ser usado com o tioglicolato de amônia por serem compatíveis.

Hidróxido de Guanidina

O hidróxido de guanidina ou apenas guanidina é que uma substância obtida através da mistura de carbonato de guanidina com hidróxido de cálcio, também muito usada nos salões de beleza para alisar ou relaxar cabelos cacheados e crespos. A sua principal função é desestruturar as cadeias internas do fio, modificando a textura para um formato liso ou menos ondulado.

Uma das suas vantagens é ter uma ação mais lenta, uma vez que a substância possui moléculas maiores, o que permite uma maior praticidade ao profissional que está aplicando o produto no que se refere ao tempo do produto no cabelo. Por isso não agride tanto os fios.

No entanto, a guanidina é mais forte que os demais produtos alisantes, e tem mais possibilidade de causar danos aos fios. Embora isso só ocorra em casos de ultrapassagem do tempo de aplicação do produto no cabelo e em casos de misturas com químicas não compatíveis.

Carbocisteína

A carbocisteína é outra substância que também promete alisar os cabelos. Mas os seus efeitos são muito parecidos com os da escova progressiva que usa formol. A cisteína presente em sua composição é um aminoácido responsável pela formação da proteína, substância que constitui o cabelo.

Sendo assim, a cisteína apenas ajuda a impermeabilizar o cabelo, não sendo suficiente para cumprir o alisamento. Portanto, para alisar o cabelo, é necessário acrescentar outras substâncias à sua fórmula, o que aumenta o perigo da sua utilização. Em geral, as substâncias utilizadas são o tioglicolato de amônio e a etalonamina, que causam menos dano aos cabelos.

Como é feita a escova progressiva?

A escova progressiva estraga o cabelo se for feita sem cuidados.
A escova progressiva estraga o cabelo se for feita sem cuidados.
Para alisar os fios de cabelo, a química usada pelas progressivas tem que modificar a estrutura do fio. Sendo assim, para obter um resultado resistente e duradouro, os ativos presentes na maioria das escovas alisadoras remodelam o cabelo abrindo a estrutura capilar, modificando-a drasticamente.

Como não é todo cabelo que pode fazer uma escova progressiva, o bom profissional deve fazer um teste de mecha para saber se a progressiva estraga o cabelo e verificar a resistência dele ao produto químico utilizado.

Em seguida, o profissional deve lavar os cabelos com um shampoo de limpeza profunda (anti resíduos) para abrir as cutículas, para em seguida secá-lo antes de aplicar o produto em toda a extensão do cabelo, mecha por mecha.

Assim, o produto é aplicado e o cabelo secado novamente para que o profissional possa modelar os fios com a chapinha, e deixá-los lisos. O produto, de forma mecânica, fecha as cutículas, selando a fibra capilar. Para finalizar, o cabelo é enxaguado para receber um creme de tratamento. Para garantir os resultados, é preciso ficar 48 horas sem lavar o cabelo.

Qual a duração da escova progressiva?

Agora que você já sabe se a progressiva estraga o cabelo ou não, saiba que se optar pelo procedimento, os seus efeitos irão durar entre três a cinco meses, dependendo do ciclo de crescimento do cabelo e da quantidade de lavagens.
Portanto, essa coisa de que o cabelo nunca mais voltará ao normal após uma progressiva é puro mito. Isso porque embora a escova progressiva muda a estrutura capilar, ela não é capaz de mudar a raiz dos fios. Sendo assim, o procedimento não é permanente.

Aliás, quanto mais vezes você lavar os cabelos, menos vai durar a sua progressiva. Lavar os cabelos com água quente e usar shampoo antirresíduos ou de limpeza profunda também contribuem para que a escova dure menos, pois abrem as escamas da fibra capilar e retiram os excessos residuais de dentro da cutícula do fio, inclusive a progressiva.

Embora as lavagens constantes e os produtos antiresíduos ajudem, apenas isso não será suficiente para remover a química sozinha. Por isso que existem produtos e tratamentos no mercado para retirar a progressiva, ou pelo menos, diminuir os efeitos do alisamento.

Outra alternativa é o “big chop”, um procedimento que antecede a transição capilar, que consiste em cortar completamente as partes alisadas dos cabelos.

Mas normalmente, o procedimento é repetido quando a raiz começa a crescer e os efeitos de frizados e o volume começarem a aumentar. No entanto, não se recomenda repetir o procedimento em menos de 2 meses, embora cada vez que é feito melhoram os resultados.

Cuidados após a escova progressiva

A progressiva estraga o cabelo se os cuidados básicos não forem respeitados.
A progressiva estraga o cabelo se os cuidados básicos não forem respeitados.
Existem alguns cuidados que devem ser tomados após fazer uma escova progressiva para não só prolongar os seus efeitos, como também para cuidar dos fios e evitar que eles fiquem danificados. São eles:

  • Evite usar shampoo de limpeza profunda ou anti-resíduos;
  • Faça hidratações capilares frequentes, para recuperar os fios e evitar que a progressiva resseque as pontas dos cabelos e torne-os elásticos, por mudar a distribuição da queratina ao longo dos fios;
  • Ao lavar os cabelos, finalize com uma boa quantidade de condicionador para diminuir a fragilidade dos fios;
  • Evite descolorir ou tingir os cabelos em intervalos curtos após a realização do procedimento, para não potencializar os danos;
  • Caso o cabelo fique quebradiço e com frizz, dê um tempo maior entre procedimentos e espere o crescimento de novos fios;
  • Evite dormir de cabelos molhados para não mudar a estrutura do fio;
  • Evite prender ou colocar grampos logo após a progressiva para não marcar o cabelo;
  • Dependendo do produto, é preciso ficar um, dois ou três dias sem lavar os cabelos.

Possíveis complicações da escova progressiva

Como já dissemos, a escova progressiva estraga o cabelo quando desobedece as exigências da Anvisa, ignorando a concentração recomendada de 0,2% na formulação do produto e utiliza uma quantidade maior.

Quando isso acontece, a química pode causar diversos problemas de saúde, como queimaduras, descamação do couro cabeludo, queda do cabelo, ardência nos olhos, falta de ar, tosse, dor de cabeça, enjoo, vômito, desmaio, dificuldade de respiração, entre outros.

Além disso, a utilização da chapinha na temperatura errada, próxima à 230º C, pode queimar as fibras capilares e danificar ainda mais os cabelos, pois eles só aguentam no máximo 200º C. O pior é que só se percebe o dano depois de um tempo, quando o produto começar a sair dos cabelos.

O uso constante do procedimento também danifica a estrutura do cabelo, que acaba enfraquecendo a raiz, deixando os fios sem flexibilidade e se partindo com mais facilidade. Neste caso, os cabelos ficam com muitos fios mais curtos ao redor da cabeça, na altura das têmporas, como se fossem fios novos, mas que na verdade são fios danificados pelo excesso de química.

A progressiva deixa os cabelos lisos e sem volume, diminuindo o efeito frizz dos cabelos, mas a progressiva estraga o cabelo quando é feita com muita frequência se respeitar o tempo de restauração do cabelo, promovendo um aspecto chapado e artificial.

Isso acontece porque a escova progressiva deixa muitos resíduos, que vão se acumulando nos fios, tornando-os cada vez mais lisos, porém cada vez mais chapados.

Gostou? Agora você pode decidir por si mesma se progressiva estraga o cabelo ou não e escolher o procedimento mais adequado aos seus cabelos. Boa sorte e volte pra nos contar o resultado!

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