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Exoplastia capilar: o que é?

Conhecida como “a nova chapinha”, a exoplastia capilar é um procedimento que promete não ser apenas uma novidade passageira, alçar um voo de galinha e cair no esquecimento, mas uma inovação, um progresso na indústria da beleza que irá perdurar por muito tempo ou talvez decretar a evolução definitiva da técnica de alisamento de cabelo.

Por isso, se você não conhece e jamais experimentou fazer uma exoplastia capilar, é interessante se inteirar sobre o que a técnica traz de novo e como pode beneficiar seus fios capilares.

Lidando com um velho problema

A exoplastia capilar surge como uma necessidade de aprimorar uma tecnologia pensada para atender desejos de padronização estética quanto à uniformidade dos fios do cabelo.

O progresso tecnológico de outras áreas da sociedade tem como consequência natural ser aplicado em diferentes setores e, assim, proporcionar benefícios. Mas, toda nova tecnologia, por mais soluções que apresente, é comum que revele pontos a serem melhorados e consequências não previstas, afinal, se trata do “novo”, que é caracterizado pelo ineditismo.

No mundo do tratamento capilar, os recursos advindos da sofisticação da tecnologia que revolucionaram os tratamentos estéticos de alisamento foram a chapinha, escova progressiva, relaxamento capilar, entre outros.

No entanto, se é ou foi usuária desses tratamentos, deve também saber que as discussões são calorosas quando o assunto são os perigos causados à saúde. Se esses procedimentos, por um lado, oferecem muita praticidade e ganho visual agradável, por outro acarretam em desgastes que podem atingir não só a saúde dos fios, mas como a do corpo como um todo.

E isso ocorre porque esses procedimentos trabalham com substâncias químicas que são nocivas ao corpo humano que, se ministrados em alta doses ou de maneira contínua, causam danos que podem levar até a óbito.

E o formol é o que aparece como o maior vilão.

Até o despontamento da exoplastia capilar, as opções existentes eram tratamentos que cumpriam com sua função de alisar os fios, porém,ao mesmo tempo provocavam desgastes a longo prazo, favorecendo o enfraquecimento dos fios, maior porosidade, perda de brilho, surgimento de pontas duplas, impermeabilização do cabelo, provocando oleosidade no couro cabelo, que favorece o desenvolvimento de outras enfermidades, enfim, a curto prazo eram eficientes, mas a longo eram prejudiciais – e continuam sendo.

Para lidar com esse problema, algumas soluções foram pensadas, mas que apenas remediavam um problema até então insolúvel. Cremes hidratantes foram criados. Um cronograma capilar foi desenvolvido para evitar esse estresse excessivo com potencial de arruinar o cabelo se não bem cuidado.

Mas, como dito, são soluções que tentam remediar um problema. Exigem muita dedicação, investimento, tempo e trabalho. O ideal seria uma técnica de alisamento que não causasse tantos danos, que não precisasse manipular substâncias químicas, ou altas doses de substâncias químicas que afetassem a saúde do organismo.

Diante dessa necessidade, eis que surgiu a família Kacowicz para apresentar uma solução: a exoplastia capilar.

Origem da exoplastia capilar

Os responsáveis pela criação da exoplastia capilar foram cirurgiões plásticos, pai e filho, José Kacowicz e Ricardo Kacowicz, que perceberam a necessidade de um produto, de uma técnica de alisamento que fosse mais saudável para as mulheres, que não tivesse substâncias como guadinina e o tioglicolato, usados em tratamentos menos agressivos do que os baseados totalmente em formol, mas que ainda assim contêm traços dessa substância nociva.

Esses cirurgiões trabalham na área de cosméticos há mais de vinte anos e tiveram a ideia da exoplastia capilar que vai de encontro a uma tendência que se vem notando nessa indústria: de aproveitar elementos, substâncias que já se encontram no organismo das pessoas, para promover as ações, ajustes requisitados na pele e nos fios capilares.

Um exemplo disso é a aplicação de ácido hialurônico em tratamento estéticos para promover mudanças na pele e no corpo. Esse ácido é uma substância que é produzida pelo próprio organismo humano, mas de forma líquida, enquanto no segmento estético é aplicada na forma de gel por meio de seringas.

Imagine que uma pessoa gostaria de acabar com as olheiras. Com esse procedimento, em vez de se submeter a um procedimento mais invasivo, agressivo, entrar na faca, basta injetar o ácido no local adequado e deixá-lo agir, o mesmo para acrescentar volume nos lábios ou mudar o formato das bochechas, do nariz.

Como se trata de um elemento que não é estranho ao corpo humano, o risco de complicações e reações adversas diminui consideravelmente, a menos de 1%.

A exoplastia capilar funciona de forma parecida e segue o mesmo princípio. Usa um nutriente que já e produzido em nosso corpo, mas injeta em dose e direção para que cumpra com determinados objetivos que, no caso da exoplastia capilar, é o de hidratar e fortalecer os fios mesmo durante a aplicação do alisamento.

Se o assunto ainda está confuso para você, veja mais detalhes a seguir.

O que é exoplastia capilar?

O termo exoplastia significa “mudança de estrutura por fora” e define bem a sua função. É a penetração de um agente externo nos fios que reorganiza as ligações celulares responsáveis pela textura original do cabelo.

O creme alisante é a base de um nutriente chamado de nanopartícula de serina que introduz moléculas de colágeno no cabelo. O colágeno é uma substância presente no organismo humano e nos alimentos. Dessa forma, é considerado um aminoácido importante, um nutriente.

O resultado é o fortalecimento das fibras ao devolver massa, evitando danos ou quebra. Não contém formol e é compatível com outras químicas. Nada impede, por exemplo, que faça esse alisamento após uma descoloração.

As vantagens da exoplastia capilar

Esse fortalecimento dos fios ocorre durante o processo de alisamento e de redução de volume. Como não trabalha com as substâncias químicas usuais e mais agressivas, não provoca ressecamento e porosidade. Com isso, evita o aspecto escorrido e de pontas espigadas. Acresce que pelo fato de o colágeno se tratar de um nutriente, não ocasiona riscos à saúde.

Ou seja, caso não tenha entendido a evolução que a técnica de alisamento e redução de fios alcança com a exoplastia capilar: você pode fazer o alisamento sem provocar os malfadados desgastes nos fios, pelo contrário, alimentá-los durante o processo, e sem prejudicar a saúde.

A condição ideal, não é mesmo?

A exoplastia capilar é indicada para quais casos?

Por apresentar componentes que não são danosos ao cabelo, é natural pensar que a exoplastia capilar seja indicada para todo e qualquer tipo de fio. No entanto, não é bem assim.

Pela explicação fornecida acima, vimos que um dos efeitos da exoplastia capilar, da nanopartícula de serina, das moléculas de colágeno, é o de reestruturar, reorganizar as ligações celulares, restaurar os fios ao padrão original. Ou seja, é mais indicado para os tipos de cabelos que já passaram por algum desgaste, que já se submeteram a produtos químicos e, por isso, se encontram em estado quebradiço, volumoso, desgrenhado, opaco, enfim, que não estejam com a saúde em dia.

Portanto, excluem-se da lista dos beneficiados as mulheres com cabelos virgens e que sejam naturalmente lisos. Nesses casos, as propriedades restauradoras ficarão sem condições de agir, o que não fará muita diferença e não provocará o efeito escorrido, o que o torna ineficaz para acabar com o frizz e reduzir o volume.

Como é feita a exoplastia capilar?

Se está acostumada a fazer progressiva, não irá sentir grande diferença, porque o procedimento é parecido, o que difere é a qualidade das substâncias, do creme alisador de cada um.

O primeiro passo é higienizar completamente o couro cabeludo com um xampu antirresíduos.

Lavado o cabelo, deve secá-lo com o auxílio de um secador.

Terminada essa fase, os fios devem ser divididos em mechas para receber o aplique do creme alisante.

Aguarde 30 minutos após a aplicação para enxaguar novamente a cabeça e modelar os fios com escova e secador.

Outro ponto interessante e de distinção da exoplastia capilar em relação às demais técnicas de alisamento é que, ao contrário destas, não necessita uso de calor térmico para agir, o que sem dúvida colabora para preservar a boa forma do cabelo, evitando mais desgastes e maiores danos.

Contraindicações

A exoplastia capilar é permitida em praticamente todos os cabelos, até nos virgens. O que ocorre com esse último é que, como já expresso, não se beneficiará, como os outros, do tratamento, mas também não sofrerá danos.

No entanto, apesar de conter bem menos substâncias químicas danosas ao couro cabeludo em comparação às técnicas tradicionais, apresenta também propriedades químicas, afinal, é um produto industrializado. Por isso, é sempre prudente avaliar o estado de saúde das madeixas para avaliar se estão em condições de ter contato, mesmo sendo uma fração pequena, com substâncias artificiais.

Onde fazer a exoplastia capilar?

Você pode tanto se dirigir a um salão de beleza e contar com o suporte de profissionais experientes com a aplicação de exoplastia capilar, o que é sempre recomendado, como obter todos os produtos necessários via internet e fazer você mesma o alisamento.

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