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Bebe Dormir de Bruços no Colo: Pode? Faz Mal?

É perfeitamente normal que o primeiro filho traga os mais diversos questionamentos sobre o que é certo ou não fazer. Muita gente também costuma aparecer para dar incontáveis conselhos e pitacos sobre a maneira correta de cuidar do bebê. Uma das dúvidas mais frequentes entre os novos papais é se bebê dormir de bruços faz mal à saúde ou oferece algum risco à criança.

Embora para muita gente a resposta possa parecer simples, esta é uma preocupação muito recorrente entre as famílias. Apesar de não haver comprovações científicas sobre a melhor posição para o bebê dormir, esta é uma dúvida constante entre as mães quando se trata de deixar o bebê dormir de bruços ou não.

Por anos, deixar o bebê dormir de bruços era normal para nossas mães e avós. Depois, a recomendação passou à ser colocar para dormir de ladinho. Todas essas mudanças de comportamento em relação ao que deixar ou não o bebê fazer na hora de dormir só tem confundindo ainda mais a cabeça dos pais de primeira viagem.

Hoje já se sabe a respeito dos riscos que podem haver no fato do bebê dormir de bruços, mas ainda há muita gente que pensa que isso não passa de um mito. No entanto, a verdade é que especialistas garantem que colocar o bebê para dormir com a barriga para baixo pode ser muito prejudicial.

Assim, para acabar com as dúvidas, saiba qual a melhor posição para colocar o bebê para dormir e o motivo pelo qual deixar o bebê dormir de bruços é tão perigoso nos primeiros meses de vida dele.

Confira!

Entenda as fases do sono do bebê

beb6e dormir de bruços deve ser evitado
É importante entender o sono do bebê antes de saber a melhor posição para dormir.

Antes de saber a razão desse mistério sobre a posição que o bebê deve dormir nos seus primeiros anos de vida, vamos analisar bem resumidamente todas as fases do sono do seu bebê para que você entenda como ele se comporta quando está dormindo.

De 0 a 3 meses de idade:

O bebê ainda não está com o seu sistema gastrointestinal totalmente amadurecido e também não aprendeu a distinguir o dia da noite. No entanto, o recém nascido deve dormir cerca de 16 a 20 horas por dia, incluindo as sonecas. Apesar disso, o seu sono é ainda muito fragmentado, e por isso acorda várias vezes à noite.

De 3 a 6 meses de idade:

Nessa fase o bebê já começa a perceber a diferença entre dia e noite e costuma dormir um pouco menos, cerca de 15 horas por dia. Normalmente, o sono se divide em 10 horas durante a noite e 5 dividida entre as sonecas durante o dia.

De 6 a 9 meses de idade:

Quanto ao comportamento do sono não há grandes mudanças nessa fase, exceto quanto ao tempo das sonecas durante o dia, que diminui um pouco. Assim, o total de horas de sono fica em cerca de 14 horas por dia.

De 1 a 1 ½ ano de idade:

Nessa fase, a criança já tem um sono melhor à noite com cerca de 11 horas, e costuma tirar uma soneca de cerca de 2 horas à tarde. Isso porque ela está mais ativa durante o dia, sendo muito estimulada e se movimentando bem mais.

2 anos de idade:

Nessa fase a criança costuma manter praticamente o mesmo ritmo, porém com sonecas um pouco mais curtas à medida que ela tem mais atividades durante o dia.

3 anos de idade:

Nessa fase o ritmo se mantém o mesmo, exceto pelo tempo de soneca à tarde que fica bem menor, podendo ser de apenas 1 hora.

Leia mais: Como fazer o bebê dormri a noite toda: Guia completo de 0 a 1 ano!

Como você pode perceber, os bebês passam muitas horas do dia dormindo. E o sono nessa fase é realmente muito importante para o seu desenvolvimento, pois é dormindo que o bebê assimila tudo o que aprendeu ou absorveu durante o dia, seja na forma de estímulos físicos ou mentais.

É também durante o sono que o seu organismo libera o hormônio responsável pelo seu crescimento e que a sua coordenação motora e noção espacial do próprio corpo são desenvolvidas.

Por esta razão, o sono do bebê deve ser priorizado e respeitado para que ele possa dormir de forma adequada. E para tanto, a posição em que ele deve dormir precisa contribuir para isso, e para que ele não corra nenhum risco enquanto dorme.

Então, afinal, bebê dormir de bruços pode?

Bebê dormir de bruços não é recomendado.
Bebê dormir de bruços não é recomendado.

Bem, segundo pediatras especialistas e o Ministério da Saúde, o bebê deve dormir sempre de barriga para cima, e nunca de bruços, seja onde e quando for. O motivo é simples, prevenir a Síndrome da Morte Súbita Infantil (SIDS), uma das maiores causas de morte entre bebês recém nascidos.

Eu sei, pode parecer estranho, pois a vida inteira você deve ter ouvido sua mãe ou avó dizerem que todos na família quando bebês dormiam de bruços e nunca aconteceu nada.

No entanto, depois que uma campanha de conscientização sobre os perigos dessa síndrome foi criada, as pessoas pararam de colocar os bebês para dormir de bruços, e a ocorrência da morte súbita caiu drasticamente para 70%, comparada aos bebês que dormiam de bruços.

Nem a posição de ladinho, que costumava ser recomendada pelos médicos, acreditando-se que acelerava a digestão e diminuía as chances do bebê vomitar, não é mais aceita.

De acordo com pesquisas científicas atuais, bebê dormir de lado não é mais recomendável porque a posição é instável e incentiva-o a virar de bruços. Além disso, pode trazer complicações no pescoço ou na coluna da criança, que está em fase de desenvolvimento.

E antes que o argumento seja o risco de engasgar se o bebê regurgitar, não se preocupe. Mesmo de barriga para cima, a cabeça do bebê deve ser posicionada de lado, evitando esse risco. Além disso, se ele vomitar, ele vai tossir ou emitir algum som de engasgo, chamando a atenção dos pais.

Sem falar que, o bebê quando dorme de barriga para cima, a respiração melhora e diminui as chances de infecções no ouvido e obstrução das vias respiratórias com episódios de congestionamento nasal.

Mas como evitar que o bebê se vire à noite?

bebê dormir de bruços só a partir dos 6 meses.
O bebê passa a se virar sozinho a partir dos 6 meses de idade.

Sabemos que à medida que os bebês vão crescendo e se desenvolvendo, a sua musculatura também se fortalece e eles começam a se movimentar mais, mesmo enquanto dormem.

Assim, por volta dos 6 meses eles aprendem a se virar, e podem se colocar de bruços no meio da noite. Não se preocupe, na medida do possível, você pode virá-lo sempre que isso acontecer.

Porém, tenha em mente que a partir dessa idade, já que ele consegue se virar, mesmo que fique de bruços, será perfeitamente capaz de se virar de volta caso se sinta desconfortável.

Além disso, conforme ele for crescendo, os riscos de o bebê dormir de bruços vai diminuindo, e a morte súbita deixa de ser uma preocupação.

Sendo assim, por via de regra, enquanto o bebê não souber rolar por conta própria para ambos os lados, ou seja, mudando de posição quando sentir necessidade, ele deve dormir de barriga para cima.

Mas por que dormir de bruços antes era permitido?

Antigamente, o argumento comum das mães adeptas a posição de bruços era de que, nessa posição, o bebê se sentia mais calmo, dormia mais tranquilo e mais rápido, principalmente quando estava em contato com a pele dos pais, sobre o corpo deles.

Mas aí é outra história. Quando o bebê se deita de bruços sobre o corpo dos pais, são vocês que estão no controle dessa posição. Neste caso, não há perigo de morte súbita e nem de sufocamento porque você estará de olho.

Assim, neste caso e tão somente neste caso, o bebê dormir de bruço no colo não oferece perigo. Além disso, carregá-lo nos braços de bruço pode também aliviar as cólicas e o refluxo, por pressionar levemente o intestino.

No entanto, o mesmo não vale se VOCÊ adormecer junto com ele, pois o risco é dobrado, além de sufocamento, você corre o risco de deixá-lo cair no chão ou mesmo na cama e deitar por cima dele. Portanto, lugar de bebê dormir é no berço – e de barriga pra cima!

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Riscos do bebê dormir de bruços

Bebê dormir de bruços aumenta as chances de morte súbita.
Bebê dormir de bruços aumenta as chances de morte súbita.

A principal razão para não deixar o bebê dormir de bruços é diminuir a chance de ocorrer a Síndrome da Morte Súbita Infantil, um fenômeno que mata crianças durante o sono, de forma inexplicável e sem causa aparente, muito comum em bebês com menos de 6 meses de vida.

Mas não é só isso, deixar o bebê dormir de bruços ou de lado, obriga-o a respirar o mesmo ar que expira. Ou seja, ele vai inspirar muito mais gás carbônico ao invés de oxigênio, causando uma lenta asfixia sobre si mesmo, e sem perceber.

De acordo com o Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, a asfixia também provoca o óbito.

Além disso, quando o bebê ainda não sabe rolar, se virar sozinho ou até mesmo sustentar a própria cabecinha, o risco dele sufocar é maior, caso ele esteja de bruços. E quando isso acontece, o processo é lento, não sendo possível perceber, tornando essa posição muito perigosa.

Síndrome da Morte Súbita Infantil (SIDS)

A síndrome da morte súbita infantil ocorre mais quando deixam o bebê dormir de bruços.
A síndrome da morte súbita infantil ocorre mais quando deixam o bebê dormir de bruços.

A síndrome da morte súbita infantil, também conhecida como morte do berço ou síndrome da morte súbita do lactante, não é uma doença, mas um diagnóstico. Isso porque, apesar do diagnóstico, a síndrome acarreta a morte repentina do bebê aparentemente saudável, sem que haja explicação para a causa da morte. Nem mesmo a autópsia é capaz de identificar o motivo.

Apesar de não ser claro se a morte ocorre durante o sono ou nos períodos de transição entre sono e vigília, uma das teorias sugere que a síndrome provoca um problema cerebral na região responsável pelo controle da respiração e do despertar, dificultando a reação instintiva que temos quando algo bloqueia a entrada de ar nos pulmões. Com isso, o bebê acaba sufocado ao dormir.

No entanto, o que se sabe é que o risco de morte súbita é maior entre recém nascidos (entre 2 e 4 meses de idade), de sexo masculino, que dormem de barriga para baixo (em pronação). No entanto, esse risco diminui com a idade, sendo mais raro após os 6 meses de idade.

Simples estatísticas da SIDS

Em países industrializados, esse reconhecimento do perigo em relação à deixar o bebê dormir de bruços (risco de 70%), deu origem a campanhas para que os bebês fossem colocados para dormir de barriga para cima (posição supina). Apenas esse cuidado acabou por diminuir o número de óbitos em mais de 50%.

No Brasil, onde o costume de deitar os bebês de lado ainda prevalece, a incidência é mais baixa, cerca de 5 a 10 em cada 10 mil crianças nascidas. Isso porque a posição de lado protege mais do que deixá-los de bruços, no entanto ainda menos do que se estivessem de barriga para cima.

Causas ou gatilhos para a síndrome:

Além da posição em que o bebê dorme, outras condições podem servir de gatilho para que a síndrome ocorra e tornem o recém-nascido mais vulnerável ao estresse provocado pela falta de oxigênio, são eles:

  • a asfixia por compressão das vias aéreas ou inalação excessiva do gás carbônico exalado na posição do rosto para baixo;
  • a hipertermia causada pela compressão da face contra o travesseiro ou o colchão;
  • o nascimento prematuro e a imaturidade dos mecanismos cardiorrespiratórios e de controle térmico.

No entanto, a síndrome ainda pode acontecer mesmo em bebês que não estejam sob essas condições. Por exemplo:

  • 85% dos casos acontecem com crianças que dormem de bruços ou compartilham a cama com outras pessoas;
  • Dormir de bruços em colchões e travesseiros macios aumenta 20 vezes o risco;
  • Processos infecciosos característicos dos primeiros meses de vida;
  • Bebês excessivamente agasalhados em quartos muito aquecidos que dormem de bruços estão mais vulneráveis. Isso porque a face é uma fonte importante de transpiração do calor nas crianças, podendo o aumento de temperatura diminuir a frequência cardíaca e inibir o centro respiratório;
  • Características genéticas envolvidas no controle involuntário (autonômico) das funções cardíacas e respiratórias, no equilíbrio energético e na resposta às infecções;
  • Bebês submetidos a condições como pobreza, exposição ao fumo, álcool e drogas ilícitas durante a gravidez, ou à fumaça do cigarro depois do nascimento.

Portanto, a síndrome da morte súbita infantil envolve uma convergência de fatores que resultam em asfixia dos bebês vulneráveis, portadores de sistemas cardiorrespiratórios e mecanismos de despertar imaturos e ainda mal integrados.

Como prevenir a SIDS

A SIDS pode ser prevenida evitando colocar o bebê para dormir de bruços.
A SIDS pode ser prevenida evitando colocar o bebê para dormir de bruços.

Você agora deve estar apavorada se perguntando, se não conseguimos perceber e não há causas aparentes, como podemos prevenir essa fatalidade? É verdade, não como impedir que a síndrome aconteça, mas há algumas medidas de segurança importantes, que podem muito bem reduzir os riscos.

Dessa forma, você vai estar evitando não só a morte súbita, mas também impedindo possíveis sufocamentos ou estrangulamentos enquanto ele dorme. Veja o que pode ser feito abaixo:

  • Obviamente, colocar o bebê de barriga para cima (posição supina) na hora de dormir;
  • Evitar que o bebê durma de barriga para baixo ou de lado;
  • Não agasalhar o bebê em excesso para dormir e manter o quarto ao redor de 22º C;
  • Evitar usar colchões e travesseiros muito macios;
  • Dormir no mesmo quarto, sem compartilhar a cama com a criança;
  • Evitar fumar durante a gravidez e depois próximo ao bebê;
  • Não tomar bebidas alcoólicas na gravidez;
  • Usar um berço portátil caso precise deixar o bebê na cama.

Lembre-se: apesar dos riscos de morte súbita serem muito pequenos, o melhor a fazer é tomar as devidas providências e adotar essas medidas de precaução para a criança dormir tranquila e sem riscos de qualquer acidente.

O que fazer no caso de bebê com refluxo?

No caso de refluxo, coloque o bebê para dormir de lado ao invés do bebê dormir de bruços.
No caso de refluxo, coloque o bebê para dormir de lado ao invés do bebê dormir de bruços.

O refluxo fisiológico é caracterizado pelo retorno conteúdo gástrico ao esôfago. É uma condição característica de todo bebê recém nascido, que geralmente desaparece conforme o seu crescimento. No entanto, há bebês que sofrem com da doença do refluxo gastroesofágico, que causa também cólicas e dores.

No caso do refluxo, muita mamãe acaba deixando o bebê dormir de bruços para reduzir o incômodo. De fato, por tempo especialistas recomendaram essa posição para os bebês no intuito de aliviar os sintomas.

No entanto, apesar da melhora, os riscos de o bebê vir a ter uma morte súbita são maiores, e por esse motivo, não se recomenda mais essa posição. Para que ninguém se desespere, adote algumas medidas que ajudam a aliviar as cólicas e outros sintomas do bebê que sofre de refluxo:

  • Faça uma massagens suaves na barriguinha do bebê;
  • Utilize o “sling” para um maior contato do corpo do bebê com o seu corpo para acalmá-lo;
  • Faça compressas com bolsa de água quente.

O tratamento para o refluxo deve ser feito com o acompanhamento do pediatra, para avaliar as causas e indicar a melhor solução para o problema. O pediatra poderá indicar a posição de lado para o bebê dormir, no intuito de esvaziar mais rápido o estômago e evitar a regurgitação.

Porém, há outras formas de tratamento e alívio dos sintomas, se você não estiver confortável com essa medida. Converse com o seu pediatra a respeito disso!

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Assim, qual seria a forma mais adequada para o bebê dormir?

Atenção aos travesseiros e colchões quando colocar o bebê para dormir de bruços.
Atenção aos travesseiros e colchões quando colocar o bebê para dormir de bruços.

Já entendemos que o risco da SIDS ocorrer é mínimo após os 6 meses de idade, devido ao fato do bebê já conseguir rolar sozinho para ambos os lados e ser capaz de mudar de posição, caso esteja desconfortável.

Porém, continue colocando o bebê para dormir de barriga para cima. Pois, é apenas a partir de 1 ano de idade que ele estará totalmente seguro para voltar a dormir de bruços. Isso porque esse reflexo de se virar sozinho enquanto dorme é bem maior.

Portanto, até isso acontecer, vamos adotar algumas medidas quanto à forma mais adequada para o bebê dormir, além da posição, como o travesseiro, colchão, roupa de cama e local, por exemplo.

Travesseiro

O tipo de travesseiro é importante para que o bebê possa dormir de forma segura e saudável sem o perigo de sufocamento e asfixia. Assim, o travesseiro não pode ser nem duro para não machucar a cabeça e o pescoço muito frágeis do bebê, nem muito alto e muito menos com muito enchimento.

Portanto, atenção à densidade da espuma ou quantidade de enchimento do travesseiro, para que não seja tão pouca à ponto de fazer com que a cabeça do bebê “atravesse” o travesseiro ou muito grande para sufocá-lo. O ideal é um meio termo.

Colchão

A mesma recomendação serve para o colchão do berço. Ele não deve ser muito mole a ponto de afundar com o peso do bebê, e deve ter a densidade adequada para não dificultar a respiração dele, caso ele se vire enquanto dorme, afundando o nariz.

Um colchão de densidade baixa acaba até dificultando os movimentos da criança, e aquecendo demais. Assim, a densidade de colchão mais indicada para crianças com até 3 anos de idade é de 18, além de ter que ser firme e feito de espuma.

Há também opções levemente inclinadas para bebês com problema de refluxo, para facilitar a respiração deles, enquanto dormem.

Berço

O local mais seguro para o bebê dormir é o seu berço. Nos primeiros anos de vida, o estrado deve ser alto para facilitar colocá-lo e retirá-lo do berço. Depois, o estrado deve ser abaixado para que ele não tente sair sozinho ou se pendure.

O berço deve ser livre de objetos e acolchoados, mantas extra, travesseiros e bichos de pelúcia para evitar o risco de bloquear a respiração do bebê durante o sono. Também não é aconselhado deixar o bebê dormindo em cadeirinhas, assento do carro ou bebê-conforto sem supervisão para evitar o estrangulando ou asfixia no cinto de segurança.

Referências externas:

Dr. Drauzio Varella

KidsHealth

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